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Dados da deficiência

A falta de informação é uma das maiores causas do preconceito e um dos principais fatores impeditivos para a inclusão social. Conhecer este universo auxilia na desmistificação da deficiência, o que favorece o relacionamento com este público e a sua inserção na sociedade.

Estimativa
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), em todo o mundo existem cerca de 610 milhões de indivíduos com alguma limitação. Só no Brasil, país considerado um dos campeões em população com deficiência, são 24,5 milhões de brasileiros com algum tipo de incapacidade intelectual ou para ver, ouvir e se locomover.

Segundo dados de 2000, do IBGE, no Brasil 48,1% do total de pessoas com deficiência possuem deficiência visual, 27,1% deficiência física, 16,6% deficiência intelectual e 8,2% deficiência auditiva.

Causas
Existem dois tipos de deficiência, a congênita e a adquirida. As deficiências congênitas são as que provêm do nascimento e as adquiridas são as adquiridas ao longo da vida.
No Brasil, 56,6% das deficiências são adquiridas. Isso se deve, principalmente, pelo aumento considerável da violência urbana. Todos os meses, cerca de 8.000 brasileiros adquirem uma deficiência em consequência de:
• Acidentes com arma de fogo: 46%
• Acidentes de trânsito: 30%
• Outros: 24%

Escolaridade
Os dados referentes ao tempo de estudo dos brasileiros com deficiência são preocupantes, visto que mais de 70% destas pessoas não tiveram acesso aos estudos.

Dados do Ministério da Educação (MEC) de 2007 apontam que dos 654.606 mil alunos matriculados na educação básica, apenas 1,2% são crianças ou adolescentes com deficiência.

Outro dado bastante preocupante aponta que 70,64% da população brasileira de 0 a 18 anos que está fora da escola são de crianças, adolescentes e jovens com deficiência. Já o INEP, em 2007, concluiu que 0,15% do total dos alunos do ensino superior é de pessoas com deficiência, o que significa, em números absolutos, 10 mil pessoas.

Estas informações são de extrema relevância, já que a falta de capacitação deste público prejudica a sua inserção em diversos setores da sociedade, entre eles no mercado de trabalho. Uma das alternativas para reverter essa situação é o investimento de empresas nos cursos de capacitação voltados para a população com deficiência.

Mercado de trabalho

De 2001 até julho 2010 houve um crescimento vertiginoso no número de contratações de pessoas com deficiência. Em 2001 havia apenas 12 empresas cumprindo a Lei de Cotas e 612 pessoas com deficiência trabalhando, em 2003 passam a ser 316 empresas de acordo com a lei e 5.584 PCDs trabalhando, hoje (2010), já são 8.2014 empresas cumprindo a legislação e 107.306 profissionais com deficiência contratados.

O grande aumento na criação de oportunidades de emprego para esta parcela da população se deu, entre outros fatores, pela implantação da Lei de Cotas.

De acordo com os números de 2009, do total de 41,2 milhões de vínculos empregatícios formais, 288.593 foram declarados como trabalhadores com deficiência, o que representou em torno de 0,7% do contingente de empregos formais no Brasil. Desse total de vínculos de trabalhadores com deficiência, a maioria possui deficiência física (54,68%), seguido dos deficientes auditivos (22,74%), visuais (4,99%), intelectuais (4,55%) e deficiências múltiplas (1,21%).

Em relação aos empregados reabilitados foram declarados 11,84% de profissionais que se enquadram na Lei de Cotas.

É possível notar que o Brasil vem apresentando um considerável avanço com relação à empregabilidade de pessoas com deficiência, mas ainda há um enorme caminho a percorrer.


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